É vicioso propriamente dito, o caso tradicional do homem vicioso. Ele age por excesso ou por carências seus desejos e suas paixões. Ele pratica seus vícios por habito e o faz consciente, ou seja, prefere o mal ou bem.
Sendo assim o Kakos delibera corretamente, mas tendo em vista um fim ruim / errado. Seus fins podem até parecer bons, mas são verdadeiramente ruins e moralmente reprováveis.
Um ponto importante é o fato de que o Kakos acredita está fazendo o bem, por que por hábito, sempre fez o mal achando ser o bem. Ou seja, ele aprendeu errado ou nem aprendeu. Sendo assim, ele confunde o bem com o mal, mas não consegue distinguir e deliberar sobre esse paradoxo.


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